terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PALAVRA AMIGA

“Bendizei ao SENHOR, vós todos, servos do SENHOR, que assistis na Casa do SENHOR, nas horas da noite.” Salmo 134.1
Bendizer ou falar bem de Deus não é difícil. Deus tem nos dado a vida, nos cercado de inúmeras manifestações de graça e amor. Olhemos ao nosso redor e percebamos o quanto Ele tem sido generoso para conosco. Devemos erquer as nossas mão e bendizer ao Senhor. Ele é bom e a sua misericórdia dura para sempre. Até aqui, nos ajudou o Senhor!

Oração: Amado Deus, bendito seja o teu nome por tudo que o Senhor é e por tudo que o Senhor tem feito por nós. Afasta do nosso coração qualquer sentimento estranho de ingratidão e dos nossos lábios, toda murmuração. Em nome de Jesus, amém!

Ricardo Mota

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

CONFESSAR A JESUS, PRIVILÉGIO NOSSO!

Por Ricardo Mota


Jesus foi tentado pelo inimigo de nossas almas perfeitamente em conformidade com o plano de Deus, o Pai. A tentação se deu mais intensamente no início do ministério de Jesus. Após o seu batismo ministrado por João Batista, durante sua oração, o céu se abriu e o “Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba” (Lucas 3.21). A tentação a Jesus veio em seguida, no deserto, onde o próprio Espírito Santo o levou. Jesus desarmou o “valente” e conquistou os seus despojos (Lucas 11.21-22). Agora, no poder do Espírito Santo, Jesus regressou à Galileia para, inicialmente, ensinar nas sinagogas. Dos seus lábios saíam palavras de graça maravilhando a todos que as ouviam. De Nazaré ele foi para a cidade de Cafarnaum e, igualmente, foi à sinagoga ensinar a doutrina maravilhosa. Apesar do ambiente ser favorável espiritualmente falando, “um homem possesso de um espírito de demônio imundo, bradou em alta voz: Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Bem si quem és: o Santo de Deus! (Lucas 4.34). Jesus repreendeu aquele aquele espírito maligno e o homem, até então oprimido, ficou liberto. Mais uma vez as pessoas se maravilharam em ver que Jesus tinha autoridade e poder jamais vistos. A fama de Jesus corria por todos os lugares e circunvizinhança. Ao por do sol, todos os que tinham diferentes moléstias eram trazidos até Jesus em busca de cura. Ele impões as mãos sobre cada um curando-os poderosamente. Algumas pessoas também ficaram libertas de demônios, os quais, saiam gritando: “Tu és o Filho de Deus!” (Lucas 4.40). O Senhor Jesus novamente repreendeu os demônios, impedindo-os de falar quem ele era. Os demônios testificaram sobre a identidade de Jesus bem mais cedo do que alguns homens e mulheres o fizeram. Homens e mulheres confessando quem é Jesus glorifica a Deus, demônios não! Jesus quer que homens e mulheres o confessem como o Cristo, o
Filho do Deus vivo. Para que homens exercessem tal ministério, ele passou uma noite inteira orando e, depois, comissionou-os para proclamarem a mensagem salvadora (Lucas 6.12-16). Os anos se passaram e, pela graça, podemos anunciar quem é Jesus. Esta tarefa é nossa, pois, nem os anjos poderiam fazê-lo, muito menos os demônios, cuja motivação é duvidosa. Esta é a missão de todo discípulo: anunciar que Jesus Cristo é o Senhor. “Todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6.40). Certamente, pensando em todas estas grandes verdades, Jesus exortou-nos para que sejamos prudente, ou seja: ouçamos e pratiquemos suas palavras. Sendo assim, seremos como um homem que construiu uma casa sobre a rocha e vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. Professar a identidade de Jesus, é um privilégio reservado para nós, seus discípulos, apenas para nós!

PALAVRA AMIGA

“Sobre mim vieram tribulação e angústia; todavia, os teus mandamentos são o meu prazer.” Salmo 119.143

Jesus advertiu que no mundo, passaríamos por tribulações (João 16.33). Quem poderia negar tal afirmação? Vivemos em um mundo de violência, de imoralidade, de corrupção e, sobretudo, de incredulidade. Mas, também, sofremos por causa dos nossos próprios erros e limitações. Apesar das tribulações internas e externas, das dificuldades evidentes e veladas, não podemos perder o prazer nos mandamentos do Senhor, eles nos ajudarão a sermos melhores.

Oração: Querido Deus, a Palavra do Senhor é perfeita e pode fazer com que sejamos melhores a cada dia. A tua Palavra pode nos fazer mais parecidos com Jesus no nome do qual oramos, amém.

Ricardo Mota

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PALAVRA AMIGA

“Na minha angústia clamei ao Senhor; e o Senhor me respondeu, dando-me ampla liberdade.” Salmo 118.5

Angústia é mais do que uma preocupação. A angústia sufoca a alma, aperta o coração e ocupa a mente. A angústia doi por dentro, em um lugar que o bisturi não alcança. Todavia, o Senhor cura esta doença da alma quando o paciente clama por Ele. Clamor é a oração intensa e suplicante do “paciente” isolado. Muitos já foram curados desta doença mas perceberam que não devem abandonar o tratamento. São sábios!

Oração: Que todos aqueles que temem o Senhor digam: O seu amor dura para sempre! O Senhor está comigo e é o meu ajudador. É melhor buscar refúgio no Senhor do que confiar nos homens. Louvado seja o teu nome em Jesus Cristo, amém.

Ricardo Mota

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

PALAVRA AMIGA

“Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do SENHOR dura para sempre. Louvai ao SENHOR~ Salmo 117.2

O amor de Deus para conosco não tem fim e não sofre mudanças. Deus não nos ama mais hoje do que amou ontém e nem nos amará mais amanhã. Deus nos amou completamente, ele nos ama e nos amará sempre. Esta é a verdade do Senhor que durará para sempre, ele é fiel. Se o amor de Deus por nós é grande e sua fidelidade não tem fim, todos, em todos os lugares, devem louvá-lo.

Oração: Louvado seja o teu nome Senhor, por todos e em todo o tempo bendito seja o Senhor. Só o teu nome é excelso, louvem o Senhor, todas as nações; exaltem-no, todos os povos! Glória ao teu nome, em Jesus Cristo, o salvador.

Ricardo Mota

domingo, 17 de outubro de 2010

PALAVRA AMIGA

“O SENHOR vos aumente bênçãos mais e mais, sobre vós e sobre vossos filhos.” Salmo 115.14

O Senhor nosso Deus pode abençoar. Ele abençoa os que o temem, tanto pequenos como grandes. É comum, em meio às tribulações, o nosso coração indagar: onde está o Senhor? Ou, quem sabe, ouçamos de alguém: “o teu Deus, onde está?” No céu céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada. Confiemos no Senhor, ele é o mosso amparo e escudo. De nós se tem lembrado o SENHOR; ele nos abençoará!

Oração: Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade! Em nome de Jesus, amém.

Ricardo Mota

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O CÉU DOMINA


Por Ricardo Mota

Um dos mais poderosos reis do passado foi Nabucodonosor (604 a.C. – 539 a.C). Segundo afirmação de muitos, o rei Nabucodonosor foi um grande construtor, inclusive, teria construído os “Jardins suspensos de Babilônia”, uma das sete maravilhas do mundo antigo. No campo militar, ele expandiu o território babilônico consideravelmente. Conquistou o reino de Judá, destruiu o templo e levou cativo o melhor e os melhores daquela terra. Apesar de toda a sua glória, aquele reino não durou muito. Em 539 a.C, o rei persa denominado Ciro, conquistou o Império Babilônico. Todavia, um dos testemunhos mais vibrantes das Escrituras Sagradas é exatamente o do rei Nabucodonosor. Ele aprendeu que o “céu domina” sobre o reino dos homens.
Doze meses depois de ser advertido pelo profeta Daniel sobre a verdade de que Deus tem domínio sobre o reino dos homens, Nabucodonosor estava passeando no seu palácio real. Com um olhar privilegiado sobre a grande cidade, o rei disse: “Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade?” (Daniel 4.30). As palavras: “eu edifiquei”, “o meu grandioso poder” e “para a glória da minha majestade”, ressoaram diante de Deus como uma grande ofensa que precisava ser corrigida. Por graça e amor de Deus houve a disciplina! A Bíblia diz que o rei passou a viver como se fosse um animal. Como um doido passou a morar no campo, se alimentar de ervas, ter unhas e cabelos crescidos fazendo-o uma criatura assustadora. Até que, certo dia, ele levantasse os olhos ao céu, e orasse. Ele reconheceu que o “céu domina”, que existe um Deus cujo domínio é sempiterno e que ninguém pode deter sua mão, nem mesmo dizer: “que fazes”? (Daniel 4.35).
O rei Nabucodonosor após reconhecer a soberania de Deus, teve seu reino restabelecido e tornou-se extraordinariamente grande.
Talvez dele tenha vindo a mais linda confissão de fé. Ele disse: “Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Daniel 4.37).